10 coisas que minha filha melhorou com o escotismo * Mãe de Adolescente

10 coisas que minha filha melhorou com o escotismo

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Como muitas mães sempre me perguntam, hoje vou contar 10 coisas que a minha filha melhorou com o escotismo.

Acho que já passou da hora de eu mostrar 10 coisas que minha filha melhorou com o escotismo, pois pode ajudar muitos pais nesta fase complicada da adolescência dos filhos.

A Gigi entrou para o escotismo ainda lobinha, no entanto, teve que parar ao sofrer um acidente em 2014.

Em 2015, ela finalmente voltou para o movimento e ingressou no GE Roama, onde foi prontamente acolhida e se sentiu integrada.

Estas 10 coisas que a Gigi melhorou com o escotismo, acredito que ela teria melhorado com qualquer atividade extra-curricular, seja esportiva, pois também fomentam os mesmos pilares que o escotismo.

Só quis ilustrar a importância do jovem se sentir parte de algo e ser incentivado a ver os mundo com outros olhos, antes que alguém mostre para eles de alguma forma negativa, talvez.

O convívio social com pessoas que abrigam valores parecidos é algo que ajuda muito na formação do indivíduo.

escotismo

Foto: Vagner Dias

Dito isto, seguem as 10 coisas que minha filha melhorou com o escotismo:

1. Responsabilidade com as próprias coisas

Bom, a Gigi é meio avoada até hoje.

No entanto, ela tem aprendido cada vez mais a cuidar das próprias coisas, especialmente em acampamentos.

Quando tive que deixá-la ir à escola sozinha, isto fez toda a diferença.

2. Respeito com as regras

A Gigi sempre foi respeitosa, mas depois que entrou para o escotismo passou a entender que as regras existem por alguma razão.

Assim, ela também passou a respeitá-las, não apenas por serem regras, mas por entender porque existem.

Isto também a ajudou a criar regras próprias para si e para as suas coisas.

3. Solidariedade na prática

O escotismo exercita muito a solidariedade, mas de forma prática.

Ela passou a ver que uma coisa é sentir e outra é fazer algo a respeito.

Tornou-se mais prática e autônoma ao querer ajudar.

4. Empatia

Ela também passou a exercitar a empatia ao analisar situações.

Como exercício cotidiano, inclusive comigo, o que ajudou muito na nossa relação.

Muitas vezes, nossos filhos não se colocam no nosso lugar e não nos entendem, mas o escotismo ajudou a Gigi nesta prática.

5. Se virar

A uma coisa muito legal do escotismo é que eles incentivam os jovens a se virarem.

Encontrarem um jeito, darem um jeito, fazerem o próprio jeito. Se virarem!

Então a Gigi passou a entender que o que não tem como pedir ajuda, ela terá que dar um jeito.

Assim foi quando ela foi para a escola sozinha pela primeira vez e acabou descobrindo um ônibus melhor para ir e voltar.

6. Comer o que tiver

Uma coisa que eu sofri a vida para ensinar e ela aprendeu lá: comer o que tiver.

Eu sempre dizia: “Eu não gosto de várias coisas, mas odeio a fome mais do que todas elas”.

Agora, finalmente ela aprendeu isto, porque quando estão acampando ou comem o  que tiver, ou passam fome.

7. Dá para conviver bem com pessoas que a gente não gosta

Sempre tem aquela pessoa que a gente não gosta, não é mesmo?

Com o escotismo ela aprendeu que dá para conviver bem com pessoas que não gostamos.

Mas também aprendeu que existem dias difíceis para se conviver até com quem gostamos. rsrs

8. Nem todas as pessoas gostam de nós

Outra coisa que ela aprendeu e que servirá para vida toda, é que haverão pessoas que não gostam de nós.

E muitas vezes, gratuitamente.

E que nem todas vão se esforçar, como nós, para o bom convívio.

Existem muitas delas que querem e vão criar casos e dificuldades, mas nós devemos sempre tentar driblar isto ao máximo.

9. Nem tudo o que alguém nos diz será cumprido

Infelizmente, muitas pessoas nos prometem coisas e não cumprem, então quanto menos expectativas criarmos, melhor.

O ideal é sempre fazer o máximo para que não dependamos de terceiros, mas se não houver outra forma, que estejamos preparados para aquilo não acontecer.

10. A vida é uma competição

O escotismo incentiva que os jovens tenham uma competição sadia e amigável.

Na verdade, é uma competição de si para consigo mesmo em busca de insígnias e conquistas.

Assim, eles desenvolvem talentos e atributos que nem sabiam que possuíam e muitas vezes se descobrem através destas buscas.

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Eu também tenho aprendido muito sendo mãe de escotista, especialmente como lidar com adultos e seus egos é infinitamente mais difícil do que com os jovens.

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Mãe da Gigi, trabalho com marketing, amo tecnologia e simpatizo muito com o lado nerd da cultura pop. Hard user de redes sociais, adoro escrever. Criadora do LogicaFeminina.com.br, colunista no EntreTodasAsCoisas.com.br e no Superela.com, também cuido de algumas contas de clientes por aí.

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