39,5º de febre? "Don't worry, be happy" | Mãe de Adolescente

39,5º de febre? “Don’t worry, be happy”

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39,5º de febre? “Don’t worry, be happy”: uma história de amor

Já adianto que esta é uma declaração de amor…

Pai é um inútil, mesmo. Este é só o terceiro texto que faço pro blog e já vou pedir ajuda pra mãe porque, né, na hora do aperto com os filhos a gente vira uma geleca chorona.

Mas eu, pelo menos dava apoio moral (fica vermelha cara mentirosa e sem-vergonha).

 

 

As noites insones com as febres intermináveis, as visitas a hospitais às 3 horas da manhã, tudo isso hoje é uma lembrança saudosa, mas na época o sofrimento e a correria eram gigantescos.

Antes de falar sobre os casos da minha heroína, me lembrei de uma vez em que estávamos levando um dos bebês ao hospital às 3h30 da manhã.

Um adendo…

Enquanto a Mozy se vestia, eu estava com o bebê no colo vendo a MTV e passava o clipe do Bobby McFerrin, o famoso “Don’t worry, be Happy”.

Parecia uma profecia do que viria e do tanto que teríamos que nos preparar.

Bem, minha heroína é a @dorenicea e, olha, passamos por muitos perrengues com nossos filhos, viu!?

Vou contar aqui uns dois ou três apenas, mas o repertório e quase infinito.

Primeiro causo…

O primeiro caso eu não presenciei. Aconteceu quando a Mozy virou a SUPER MÃE MATADORA DE BARATAS TARANNNNNN.

Eu sou o matador de inseto oficial da casa.

Aparece um besouro, borboleta, mariposa o que for, se os gatos não pegarem antes, é certeza se ouvir gritos desesperados dos moradores indefesos e lá vou eu com o chinelo.

Pois nesse dia, a Mozy chegando no quarto em que um dos meninos ainda bebê estava dormindo se deparou com uma barata voadora por dentro da proteção do berço.

Ela não pensou duas vezes: abriu a proteção, pegou a barata com a mão.

Eu disse: COM A MÃO (aiecameudeusdocéuquenojotirissodaqui!) e jogou fora pela janela.

Se houve gritos desesperados de pânico?

“Claro que não! Afinal, o bebê tava dormindo”.

Então tá.

Fico lisonjeado, quando ela grita quando tem barata em casa hoje em dia.

Ela falou isso só pra eu me sentir o macho alfa defensor da prole indefesa. HÁ HÁ.

Segundo causo…

Mas tem vez que a coisa pega e a gente tem que se segurar pra não vacilar feio.

Num dia chuvoso um dos meninos, que não tinha o que fazer, resolveu tomar banho na chuva.

Mas como para adolescente a coisa tem que se ligada no modo hard, ele resolveu jogar bola na quadra de futsal molhada.

Já estão imaginando né?

Pois numa jogada que ele fez, escorregou e caiu de boca no chão.

Dente quebrado?

Sim, claro! Mas isso foi o de menos.

O dente que quebrou feriu o lábio inferior dele até atravessar de um lado a outro. Tipo os índios Caiapós, lembra?

Corremos pro hospital e todo mundo dando a maior força pro pivete que estava apavorado, até que o médico foi lavar e suturar o ferimento.

A Mozy não sei como se saiu porque não vi, já eu tive um ótimo tratamento do corpo médico do hospital. Pelo menos quando acordei do desmaio foi bem legal.

E provei novamente, depois de velho, o carinho de mãe da Mozy, cuidando do Raoni costurado e do belo adormecido aqui.

Leitinho quente e beijinho na testa.

Bom demais, viu!

 

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