LGBTQIA+: Projeto promove acolhimento e atendimento psicoterapêutico online

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LGBTQIA+: Projeto Caleidoscópio promove acolhimento e atendimento psicoterapêutico online a valores sociais para pessoas que se identificam como LGBTQIA+

O Projeto Caleidoscópio visa ampliar as chances de amparo psicossocial a pessoas que se identificam como LGBTQIA+.

Conforme a Resolução nº 4, de 26 de março de 2020, o Projeto Caleidoscópio garante atendimento com valores sociais para pessoas que se identificam como LGBTQIA+.

Conheça o Projeto Caleidoscópio

Criado por um grupo de amigos psicólogos preocupados com as questões referentes à saúde mental da comunidade LGBTQIA+, um grupo de pessoas socialmente marginalizado, violentado e excluído e, em geral, sem chances de lidar com as questões psicossociais geradas pelo preconceito, abandono, medo e marginalização, o Projeto Caleidoscópio quer diminuir essa lacuna e ampliar o acesso desses grupos à saúde mental.

Sabe-se que a falta de acolhimento e aceitação social ou familiar pode causar feridas psicológicas ou transtornos mentais que afetam a saúde física, emocional, a autoestima e a construção da personalidade de cada indivíduo.

Pensando nessas e em outras questões biopsicossociais, o Projeto Caleidoscópio promove o acolhimento e a saúde mental da comunidade LGBTQIA+ com base em um trabalho ético, profissional e devidamente qualificado.

Vale ressaltar que o objetivo não é promover tratamentos de conversão de sexualidade e identidade de gênero, que são terminantemente proibidos pelo Conselho Federal de Psicologia!

Buscamos prestar acolhimento livre de julgamentos morais, visando fortalecer os indivíduos através do autoconhecimento e aceitação da própria sexualidade e a celebração de ser quem se é com saúde mental!

Como fazer parte do Projeto Caleidoscópio

Se você deseja receber atendimento

Se você é um profissional de saúde e quer ajudar o Projeto

Se você quer ajudar o Projeto

Redes Sociais do Projeto Caleidoscópio

Instagram @psicaleidoscopio

Twitter @caleidoscopsi

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About Author

Me tornei mãe aos 24 anos, um ano após ter perdido a minha mãe. Tudo ia bem, quando aos 29, fiquei viúva de forma trágica e me vi como mãe solo. Aos 33, conheci o meu atual marido e aos 35, minha filha (com 10 anos na época) sofreu um acidente num pula-pula que a deixou 7 meses em uma cadeira de rodas e com grandes chances de sequela. Após dois anos do acidente, resolvi criar o blog e aqui estamos, vivendo juntas a emoção da maternidade durante a fase da adolescência. Mas não só isto!

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