Asma mata até 6 pessoas por dia no Brasil • Mãe de Adolescente

Asma mata até 6 pessoas por dia no Brasil

Pesquisas mostram que a asma mata até 6 pessoas por dia no Brasil, apesar de que em 80% dos casos, as mortes poderiam ter sido evitadas.

A ONG GINA ( Iniciativa Global Contra Asma no Brasil) alerta sobre a asma, inflamação crônica das vias respiratórias, é a terceira maior causa de internações hospitalares no Brasil.

A doença, que atinge 20% da população brasileira, ainda é muito negligenciada, o que acaba com casos que evoluem para óbito.

80% dos casos poderiam ser evitados

Segundo pesquisas realizadas em 2005, 80% dos casos de óbito por asma poderiam ter sido evitados.

Na prática, são casos que não receberam tratamento adequado ou que não receberam socorro em tempo hábil.

Seja por falta de procura por ajuda, seja por já estarem em ambiente ambulatorial, mas não receberem atenção adequada a tempo, este número de mortes ainda é alto em relação ao que poderia ser se evitados.

Fatores que podem evoluir a asma para óbito

  • Falta de tratamento regular adequado
  • Falta de socorro em tempo hábil
  • Automedicação
  • Tratamentos caseiros

Estes são os principais fatores de risco que, claro, são ainda mais acentuados em situação de pobreza e para quem depende exclusivamente de atendimento do SUS.

Pacientes do SUS correm mais riscos

Isto, porque em muitos casos os pacientes do SUS não recebem tratamento regular ou, quando recebem, não tem um acompanhamento ideal.

Sem falar que em muitos casos, o paciente é levado ao hospital a tempo, mas devido à demora no atendimento ou na ausência de atenção adequada a casos de crise, acaba-se evoluindo a óbito.

A automedicação pode piorar o quadro do paciente

Uma das questões mais importantes, é entender que automedicação pode acabar complicando o caso do paciente.

Se automedicando, o paciente pode acabar diminuindo o alcance da medicação em casos de crise, potencializando a doença.

É muito importante que em caso de crise, o paciente seja levado ao médico com máxima urgência.

E que no tratamento regular, são respeitadas todas as receitas e também condições ambientais, na medida do possível.

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Me tornei mãe aos 24 anos, um ano após ter perdido a minha mãe. Tudo ia bem, quando aos 29, fiquei viúva de forma trágica e me vi como mãe solo. Aos 33, conheci o meu atual marido e aos 35, minha filha (com 10 anos na época) sofreu um acidente num pula-pula que a deixou 7 meses em uma cadeira de rodas e com grandes chances de sequela. Após dois anos do acidente, resolvi criar o blog e aqui estamos, vivendo juntas a emoção da maternidade durante a fase da adolescência. Mas não só isto!

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