Mudar de escola é sempre complicado | Mãe de Adolescente

Mudar de escola é sempre complicado

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Bem, vire e mexe me perguntam como foi para a Gigi mudar de escola e de cidade de uma vez só.

Então hoje resolvi contar aqui sobre a adaptação da Gi ao mudar de escola e a da família toda pela mudança de cidade.

Desde que soube que ia mudar de escola, a Gi teve crises de ansiedade, ficou super preocupada em deixar os amigos antigos e em não conseguir fazer novos.

Foram tempos difíceis que acabaram emendando com a viagem dela para a Disney, com a conclusão da Lis de Ouro no Ramo Escoteiro, tudo de uma só vez.

Ela sofreu muito com crises de estômago provocadas pela ansiedade, na época.

Ainda pretendo fazer um texto sobre tudo isso, mas só em momento oportuno, porque precisarei de respaldo de uma psicóloga.

Mas agora voltando ao assunto: mudar de escola, logo que souberam que a Gi ia estudar na melhor escola de Santo André, algumas pessoas já foram acolhe-la via redes sociais, o que a deixou mais tranquila.

Mudar de escola | A primeira reunião de pais e mestres

A primeira reunião de pais e mestres foi fundamental, pois ela finalmente teve contato com algumas pessoas da sala dela.

Este momento deixou-a mais tranquila para começar na segunda-feira seguinte, afinal mudar de escola não é algo simples para adolescentes.

Mudar de escola |O primeiro dia de aula

mudança de escola

Mudar de escola, de rotina, de amigos…

Bom, eu não estava lá com ela, mas ela voltou para casa radiante!

Adorou os amigos novos, a escola, os professores. Tudo!

Parecia estar vivendo um conto de fadas, até então.

Parecia, afinal, como já foi dito anteriormente, mudar de escola não é tão simples assim.

Eu meio que compararia a quando chegamos num emprego novo, nos sentimos ainda sem ambiente, reconhecendo o terreno, as pessoas etc.

A primeira semana…

Bom, foi aqui que as coisas complicaram.

Logo no segundo dia de aula, a Gi me relatou que tinha algo incomodando-a.

O comportamento de alguém, em específico, para com ela.

Mas ela não queria se pronunciar, porque temia que fosse apenas uma impressão devido a empolgação da chegada dela e achava que as coisas iriam se normalizar nos dias seguintes.

Ocorre que não foi bem assim e acabamos tendo que interferir, o que a desmotivou bastante.

Mas ela seguiu em frente, afinal era uma nova fase boa, apesar das dificuldades

A tentativa de assalto na porta da casa nova

Para quem estava achando moleza mudar de escola e encarar uma situação delicada logo na primeira semana, não vai mais achar isso agora.

Na segunda semana de aula, ao sair pra ir pro ponto de ônibus, um cara de moto tentou assaltar a Gi.

Ela conseguiu se desvencilhar dele e voltar pra dentro de casa, mas ele a machucou e, claro, ela ficou ainda mais sensível do que já estava.

Se até aqui mudar de escola era o maior dos problemas, agora ela se viu obrigada a lidar com um turbilhão de emoções sem deixar a ansiedade tomar conta dela.

A mudança de escola e a descoberta dos bons e dos falsos amigos

Bom, esta é a parte que para os adultos parece drama, mas que eu encaro como importante para os adolescentes: a socialização.

No caso da escola nova da Gi, não demorou muito pra ela se dar conta de quem eram os amigos falsos e os verdadeiros.

Não demorou muito para que ela pudesse perceber aqueles que seriam seus amigos de verdade e aqueles que só queriam a sua proximidade para servir a algum propósito pessoal.

E que bom que foi rápido…

Mudar de escola | O novo sistema de aulas e provas

Se a fase de adaptação não estava sendo tão fácil como queríamos, agora some a tudo isso um novo sistema de aulas, novas matérias que ela não tinha base nenhuma e um novo sistema de avaliações.

Mudar de escola? Fichinha! Se adaptar é que são elas!

Agora, ela tem o dobro de provas bimestrais (na vdd, tem 4x, porque também tem o dobro de matérias) e isso quase a levou ao desespero.

Mas ela tirou de letra e acabou indo muito melhor do que esperávamos, tirando notas boas já neste bimestre.

Eu até falei de como ela mudou a forma de se relacionar com os estudos.

Adaptação da nova rotina familiar

Bom, o fato da Gi mudar de escola, mudou a rotina de todos.

Começando que nós nos mudamos de casa, de cidade para que ela pudesse ter mais qualidade de vida morando próximo a escola nova.

Seguindo da mudança de horários escolares, já que antes ela estudava das 7h00 ao 12h30 e agora, às segundas e quartas, ela tem contraturno, então estuda das 7h00 às 17h40.

Não foi fácil nos adaptarmos, especialmente depois da tentativa de assalto que ela sofreu, porque tivemos que tomar cuidados redobrados.

Ela passou a ir de carona com um amigo de sala que mora aqui perto e, na volta, eu os busco.

Mudar de escola, de casa, de rotina, de vida!

Bom, mudamos tudo!

Ainda vou falar da mudança de casa, em específico, porque quero mostrar a casa toda e como mudou a nossa forma de viver e trabalhar.

Mas isso é assunto pra outro post. O de hoje é sobre mudar de escola.

Aliás, muitas coisas aconteceram de lá para cá e eu quero contar todas para vocês nos próximos posts, inclusive com dicas de como me virei nas situações.

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