O livro da família • Mãe de Adolescente

Há um tempo atrás, a Gi recebeu de presente aqui em casa “O livro da família”.

A princípio, achei que era um livro comum, cheio de dicas e informações para jovens lidarem com a família.

Mas ao abri-lo, ficamos encantadas.

Um livro diferente

Era um livro diferente, interativo e que nos convida a participar.

Melhor ainda: nos convida a conhecer melhor nossa própria história, registrando-a nas páginas.

Existem vários “Livros da Família”, mas o que estamos falamos é este aqui.

Páginas iniciais

A percorrer as páginas iniciais, você já sente vontade de preenchê-las na hora.

Não apenas pela forma divertida e convidativa com que elas são feitas, mas também por instigar em nós uma vontade de relembrar nossa história.

Vontade de saber mais sobre nossas origens

No segundo momento, quando começamos a preencher, nos damos conta de outra questão:

Ao buscarmos mais sobre nossa família, descobrimos mais sobre nós mesmos.

E ao descobrirmos mais sobre nós mesmos, gostamos mais ainda de nós.

Vontade de preencher todas as páginas

Não vou mentir: dá vontade de preencher tudo no mesmo dia.

Aquela euforia gostosa de ir percorrendo nossos momentos, relembrando nossos entes queridos.

Você vai folheando o livro e vai se dando conta de quanta história tem e que nunca para para pensar nela.

O livro que vira um álbum, uma poderosa relíquia

Quando ganhamos o livro – ganhamos um só – já foi aquela briga pra ver qual das duas – Gigi ou eu – seria a titular daquela história.

E a Gigi venceu, claro.

Mas eu não me dei por vencida!

Decidi comprar um, porque afinal eu queria muito resgatar minha história, mas não apenas isto:

Quero deixa-la ali, registrada e com detalhes importantes, com gente importante sendo lembrada.

Minha capsula do tempo

Quero poder juntar numa capsula do tempo:

Meu “Livro da Família”, algumas relíquias pessoais e algumas expectativas futuras.

Quero poder abrir a capsula daqui 20 anos, diante de muitos amigos e entes queridos que ali foram registrados e mostrar como foram importantes na narrativa da minha vida.

E quero poder deixar para Gi esta lembrança de mim, dos meus amigos, dos meus entes e dos meus momentos.

Se tem um presente que eu amei, foi conhecer este livro. E, olha, eu recomendo.

Muito mesmo!

Aproveita e vê o que falei sobre incentivo à leitura pré-adolescente e como foi para a Gi o start para o gosto pela leitura.

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Me tornei mãe aos 24 anos, um ano após ter perdido a minha mãe. Tudo ia bem, quando aos 29, fiquei viúva de forma trágica e me vi como mãe solo. Aos 33, conheci o meu atual marido e aos 35, minha filha (com 10 anos na época) sofreu um acidente num pula-pula que a deixou 7 meses em uma cadeira de rodas e com grandes chances de sequela. Após dois anos do acidente, resolvi criar o blog e aqui estamos, vivendo juntas a emoção da maternidade durante a fase da adolescência. Mas não só isto!

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