Quando mãe e filha calçam o mesmo número • Mãe de Adolescente

Compras de Mãe e Filha #2: Quando mãe e filha calçam o mesmo número

O próximo drama do Compras de Mãe e Filha, acontece Quando mãe e filha calçam o mesmo número.

Lembrando que no Compras de Mãe e Filha #1, o tema foi a hora de comprarmos absorvente juntas.

Em pensar que eu sempre esperei por este momento, achando que seria o máximo!

Doce ilusão, porque virou o caos e agora vou contar porquê.

A ilusão de que isto seria bom

Quando a Gi estava com uns 9, 10 anos, eu não via a hora dela calçar o mesmo que eu.

Pensei: terei o dobro de calçados para escolher.

Mas a realidade é que, na verdade, eu passei a ter apenas metade deles.

E eu só tenho esta metade porque são os que ela não gosta, senão não teria era nenhum.

Não dá para usar os tênis dela

Olha, pode ser que algumas mães consigam compartilhar os tênis com a filha, mas no meu caso, não dá.

A Gi usa os calçados com cadarços ultra coloridos e fluorescentes, fora que usa-os sem meias.

Eu realmente não tenho coragem de usar os tênis dela por conta disso, assim fico na desvantagem.

Meus sapatos vivem sumindo

Outra desvantagem é que os meus sapatos vivem sumindo, porque ao usa-los, ela não os devolve.

Os mantém entre os seus, porque pretende usa-los novamente.

Assim, acaba que muitas vezes eu preciso ficar procurando-os no meio das coisas dela.

E quando os chinelos são iguais?

Bom, com chinelos também é bem tranquilo, no geral.

Exceto quando ela perde o pé do dela e aí pega o pé do meu no lugar, dizendo que é dela.

Mas, eu que não sou boba, faço marcas no meu pra quando ela quiser dar um migué desses.

Com as sapatilhas, é só vantagem

Uma das vantagens que temos ao calçar o mesmo número, é compartilhar as sapatilhas.

Como são fáceis de limpar, de cuidar e de usar, mesmo depois que ela usa, se deixa jogada, eu já cuido de limpar e está pronta para usar de novo.

Assim, dá para comprar sapatilhas de modelos que ambas curtam e vamos intercalando-os entre nós.

Ora ela usa uma, ora eu uso outra e, assim, não tem “as minhas” e “as dela”.

Isto nos ajuda a ter muito mais possibilidades de combinação e acaba sendo até divertido na hora de escolher qual uma e a outra vai usar com cada modelito.

Dicas de sapatilhas bem legais pra compartilhar com a filhota

Aqui, algumas fotos no ensaio que fizemos para a Milli Sapatilhas

 

Me tornei mãe aos 24 anos, um ano após ter perdido a minha mãe. Tudo ia bem, quando aos 29, fiquei viúva de forma trágica e me vi como mãe solo. Aos 33, conheci o meu atual marido e aos 35, minha filha (com 10 anos na época) sofreu um acidente num pula-pula que a deixou 7 meses em uma cadeira de rodas e com grandes chances de sequela. Após dois anos do acidente, resolvi criar o blog e aqui estamos, vivendo juntas a emoção da maternidade durante a fase da adolescência. Mas não só isto!

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