O que aprendi com a mãe da Isabella Nardoni

O que aprendi com a mãe da Isabella Nardoni - Desabafos de Mãe

Me identifico muito com a mãe da Isabella Nardoni pela forma de lidar com a perda trágica – e injusta – de alguém. Quando houve o julgamento do caso Nardoni, eu estava há dias de testemunhar no julgamento pelo assassinato de Luciano – meu falecido esposo. Prestei atenção a cada detalhe e uma coisa me chamou … Ler mais

Vida financeira da família não permite imprevistos

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Apostos que muitas leitoras e leitores sabem bem como é ter a vida financeira instável. E como dói para nós ver que a qualquer mínimo imprevisto, nossa vida financeira familiar simplesmente desaba. Eu não posso negar que hoje em dia, eu vivo uma vida financeira bem mais tranquila do que há alguns anos atrás. Mas … Ler mais

#TipoMenina: a campanha que fez minha filha se sentir empoderada

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Eu ainda não tinha visto o último vídeo da campanha #TipoMenina, da Always, até que a Gigi me pediu para ver e escrever sobre, por se sentir representada.

 

“Mãe, olha esse vídeo. Você pode escrever algo sobre isso no seu blog? Tem um monte de mães e pais de meninas que acham que futebol é coisa de menino e se você escrever, talvez ajude-os a entender melhor”.

Esse foi o pedido da Gigi para mim ontem, após ver o vídeo da campanha #TipoMenina da Always.

E antes que alguém me pergunte: não, isso não é um #ad (infelizmente, porque eu adoraria que fosse, claro) e nem uma fanfic.

Gigi e eu conversamos muito, como minhas leitoras e seguidoras bem sabem, e um assunto recorrente é como ela se sente ao jogar futebol.

Para ela é relativamente fácil, pois minha restrição é referente ao acidente em que ela quebrou o tornozelo, há dois anos.

Mesmo assim, ao ver como ela estava feliz, entregue e empolgada com o futsal, deixei.

 

Eu não me lembro de ter comentado algo sobre ser esporte de menino, mas se em algum momento ela se sentiu representada pelo comercial, creio que ela tenha ouvido ou percebido algo nesse sentido em algum lugar.

Sendo assim, penso que a campanha seja válida, sim, para ajudar tantas outras meninas a se fazerem entender diante de seus pais, avós, amigos, tios, professores, mostrando que elas são fortes, que elas são capazes e que, acima de tudo, são donas de suas próprias escolhas e das consequências delas.

Temos que aprender a ser orientadores e não donos do destino de nossos filhos, que foi algo que tantos da nossa geração e das gerações anteriores sofreram, por terem os pais determinando a profissão, o que deveriam estudar, com quem se casar, etc.

Penso que seja através de sinais como este da Gi, que me apontou algo que a fazia sentir-se empoderada e, portanto, também apontando o que a incomoda, que podemos evitar os mesmos erros que os nossos pais, ainda mais por conta de nossos preconceitos. Deixemos que nossos filhos nos ensinem a sermos os pais que gostaríamos de ter tido.

#TipoMenina #LikeAGirl

Aproveitando o ensejo, também quero dividir com vocês uma outra campanha de absorvente, agora da marca Libresse (nunca ouvi falar), que foi incrível:

5 dicas para não ser inconveniente com o filho dos outros

como não ser inconveniente com os filhos dos outros

Estava na padaria do meu antigo condomínio, quando vi uma cena que me inspirou a escrever 5 dicas para não ser inconveniente com o filho dos outros A mãe e o pai na fila do pão com seu garoto de uns 3 anos. Ele vinha com algo na mão, acho que um carrinho: “Mãe, eu quero”. … Ler mais