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Entender o papel dos pais na vida escolar dos filhos é fundamental para a educação dos filhos e para a própria relação entre pais e filhos, em si.

Sempre considerei muito importante estar envolvida ativamente na educação formal da minha filha.

Não apenas pelos estudos, mas também pela qualidade das experiências sociais que ela terá ali.

Vou dividir com vocês alguns tópicos que eu considero importantes para a relação dos pais com a escola:

1. Saber se envolver na medida certa

Esta é, talvez, a questão mais importante. Sabermos até que ponto devamos nos envolver nas situações sociais da vida escolar dos filhos.

Não podemos ser omissos e nem deixá-los à própria sorte, mas também não podemos interferir e tirar deles a autonomia.

Sempre que há alguma situação, eu tento interagir com a Gigi de forma que ela se sinta confortável, em primeiro lugar.

A partir daí, mensuro a que ponto devo me manter distante ou atuar, a exemplo do caso da professora que rasgou o trabalho dela, que contei recentemente.

2. Saber até que ponto se pode confiar nos filhos

Infelizmente não são apenas os filhos dos outros que mentem e erram. Então é importante sabermos até que ponto podemos confiar na versão dos nossos filhos ou não.

Temos que ter tato e ouvir sempre todas as partes, pois não se trata apenas da injustiça, mas também de reforçarmos, muitas vezes, comportamentos ruins dos nossos filhos.

É muito importante que pensemos nisto, pois as consequências disto, podem se voltar contra nós e contra eles mesmos.

3. Ter uma boa relação com professores e coordenadores

Eu não vejo como ser a mãe que sempre se altera, briga, discute e cria problemas seja positivo na vida dos filhos.

Primeiro, porque isto gera implicância e acaba gerando também problemas de socialização para eles com outros alunos.

Muitas vezes, os filhos acabam sendo apontados e excluídos por comportamentos nossos, ações que tomamos de cabeça quente e eles acabam pagando o preço.

Portanto, é sempre bom manter uma relação amigável e ponderada, mesmo que seja para discordar de ações deles.

4. Entender a dinâmica das relações

Já passou da hora de entendermos que cada relação é uma e que nossos filhos são indivíduos separados de nós.

Portanto, eles vão interagir diferente com o mundo e que temos que respeitar o modo deles interagirem e apenas orientá-los à razoabilidade.

Não cabe a nós discutir com o menino da sala que xingou nosso filho, nem tirar satisfações com a menina que o ignorou.

Temos que agir como pais, orientando-os a lidarem com as frustrações e somente em casos extremos, tomarmos as ações adequadas.

Conclusão

Sempre procurei ter estes cuidados e até agora, tenho percebido resultados bem positivos, pois Gigi se sente capaz de resolver os próprios conflitos, mas a vontade para dividi-los comigo.

Isto me é muito gratificante, pois vejo que ela me considera apta a respeitar suas decisões e interferir somente quando vejo que há algum risco real.

Assim, a socialização dela é respeitada, a minha relação com a escola é a melhor possível e a minha relação com ela também.

E você, como lidar com a relação escolar? Tem alguma outra recomendação ou ideia? Quer me contar mais a respeito?

 

Bem, vire e mexe me perguntam como foi para a Gigi mudar de escola e de cidade de uma vez só.

Então hoje resolvi contar aqui sobre a adaptação da Gi ao mudar de escola e a da família toda pela mudança de cidade.

Desde que soube que ia mudar de escola, a Gi teve crises de ansiedade, ficou super preocupada em deixar os amigos antigos e em não conseguir fazer novos.

Foram tempos difíceis que acabaram emendando com a viagem dela para a Disney, com a conclusão da Lis de Ouro no Ramo Escoteiro, tudo de uma só vez.

Ela sofreu muito com crises de estômago provocadas pela ansiedade, na época.

Ainda pretendo fazer um texto sobre tudo isso, mas só em momento oportuno, porque precisarei de respaldo de uma psicóloga.

Mas agora voltando ao assunto: mudar de escola, logo que souberam que a Gi ia estudar na melhor escola de Santo André, algumas pessoas já foram acolhe-la via redes sociais, o que a deixou mais tranquila.

Mudar de escola | A primeira reunião de pais e mestres

A primeira reunião de pais e mestres foi fundamental, pois ela finalmente teve contato com algumas pessoas da sala dela.

Este momento deixou-a mais tranquila para começar na segunda-feira seguinte, afinal mudar de escola não é algo simples para adolescentes.

Mudar de escola |O primeiro dia de aula

mudança de escola

Mudar de escola, de rotina, de amigos…

Bom, eu não estava lá com ela, mas ela voltou para casa radiante!

Adorou os amigos novos, a escola, os professores. Tudo!

Parecia estar vivendo um conto de fadas, até então.

Parecia, afinal, como já foi dito anteriormente, mudar de escola não é tão simples assim.

Eu meio que compararia a quando chegamos num emprego novo, nos sentimos ainda sem ambiente, reconhecendo o terreno, as pessoas etc.

A primeira semana…

Bom, foi aqui que as coisas complicaram.

Logo no segundo dia de aula, a Gi me relatou que tinha algo incomodando-a.

O comportamento de alguém, em específico, para com ela.

Mas ela não queria se pronunciar, porque temia que fosse apenas uma impressão devido a empolgação da chegada dela e achava que as coisas iriam se normalizar nos dias seguintes.

Ocorre que não foi bem assim e acabamos tendo que interferir, o que a desmotivou bastante.

Mas ela seguiu em frente, afinal era uma nova fase boa, apesar das dificuldades

A tentativa de assalto na porta da casa nova

Para quem estava achando moleza mudar de escola e encarar uma situação delicada logo na primeira semana, não vai mais achar isso agora.

Na segunda semana de aula, ao sair pra ir pro ponto de ônibus, um cara de moto tentou assaltar a Gi.

Ela conseguiu se desvencilhar dele e voltar pra dentro de casa, mas ele a machucou e, claro, ela ficou ainda mais sensível do que já estava.

Se até aqui mudar de escola era o maior dos problemas, agora ela se viu obrigada a lidar com um turbilhão de emoções sem deixar a ansiedade tomar conta dela.

A mudança de escola e a descoberta dos bons e dos falsos amigos

Bom, esta é a parte que para os adultos parece drama, mas que eu encaro como importante para os adolescentes: a socialização.

No caso da escola nova da Gi, não demorou muito pra ela se dar conta de quem eram os amigos falsos e os verdadeiros.

Não demorou muito para que ela pudesse perceber aqueles que seriam seus amigos de verdade e aqueles que só queriam a sua proximidade para servir a algum propósito pessoal.

E que bom que foi rápido…

Mudar de escola | O novo sistema de aulas e provas

Se a fase de adaptação não estava sendo tão fácil como queríamos, agora some a tudo isso um novo sistema de aulas, novas matérias que ela não tinha base nenhuma e um novo sistema de avaliações.

Mudar de escola? Fichinha! Se adaptar é que são elas!

Agora, ela tem o dobro de provas bimestrais (na vdd, tem 4x, porque também tem o dobro de matérias) e isso quase a levou ao desespero.

Mas ela tirou de letra e acabou indo muito melhor do que esperávamos, tirando notas boas já neste bimestre.

Eu até falei de como ela mudou a forma de se relacionar com os estudos.

Adaptação da nova rotina familiar

Bom, o fato da Gi mudar de escola, mudou a rotina de todos.

Começando que nós nos mudamos de casa, de cidade para que ela pudesse ter mais qualidade de vida morando próximo a escola nova.

Seguindo da mudança de horários escolares, já que antes ela estudava das 7h00 ao 12h30 e agora, às segundas e quartas, ela tem contraturno, então estuda das 7h00 às 17h40.

Não foi fácil nos adaptarmos, especialmente depois da tentativa de assalto que ela sofreu, porque tivemos que tomar cuidados redobrados.

Ela passou a ir de carona com um amigo de sala que mora aqui perto e, na volta, eu os busco.

Mudar de escola, de casa, de rotina, de vida!

Bom, mudamos tudo!

Ainda vou falar da mudança de casa, em específico, porque quero mostrar a casa toda e como mudou a nossa forma de viver e trabalhar.

Mas isso é assunto pra outro post. O de hoje é sobre mudar de escola.

Aliás, muitas coisas aconteceram de lá para cá e eu quero contar todas para vocês nos próximos posts, inclusive com dicas de como me virei nas situações.

O Centro Educacional Solaris estará abrindo vagas para o segundo semestre em breve, então se você quer ter a oportunidade de proporcionar ao seu filho estudar lá, preencha este formulário que será encaminhado diretamente para os responsáveis, que cederão bolsas através dele (É SÓ PREENCHER):

Você sabe como o ambiente escolar é importante e como ele influencia o aprendizado?

Eu já sabia que o ambiente escolar é importante para a formação do indivíduo, enquanto ambiente de convivência social.

E claro que eu já imaginava que ele influenciaria na experiência de aprendizado, afinal é bem óbvio.

O que eu não poderia super era como o ambiente escolar FAZ TODA A DIFERENÇA na forma como os alunos encaram os estudos.

Após a mudança de escola da Gi, ela mudou rapidamente de comportamento e percebemos uma nova forma de encarar os estudos.

Foi uma mudança nítida, contundente, muito positiva e rápida.

Então acho que é um assunto legal pra trazer a tona e ajudar os pais a escolherem a próxima escola dos filhos.

Relação com outros alunos no ambiente escolar

ambiente escolar aprender com prazerEm primeiro lugar, o ambiente escolar é um espaço de socialização, então é onde os alunos aprendem a formatar a sociabilidade.

É onde entendem como dosar as próprias percepções e comportamentos, por exemplo.

Assim, a relação com os outros alunos é o primeiro momento onde a sua forma de lidar com o aprendizado se formata, de acordo com a atmosfera.

Por exemplo, um aluno que vivencia uma relação com alunos com comportamento ruim, que negligenciam os estudos, ele pode vir a se comportar igual a estes.

Por outro lado, se ele convive com alunos dedicados ao processo de aprendizado, a tendência é que ele também se envolva mais nos processos.

A influência da infraestrutura na aprendizagem

ambiente escolar infra estruturaUm estudo realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), chamado Infraestrutura Escolar e Aprendizagens da Educação Básica Latino-americana, feito com base no Segundo Estudo Regional Comparativo e Explicativo (Serce) de 2006, revelou que o ambiente escolar influencia diretamente na aprendizagem dos alunos.

A falta de estrutura na escola, como laboratórios, auditórios, bibliotecas, computadores e quadra de esportes, prejudica a aprendizagem dos estudantes da América Latina.

Foram analisados 200 mil alunos de 3ª a 6ª séries do Ensino Fundamental de 16 países da América Latina e pode-se notar que os alunos com acesso a melhor infra-estrutura tem melhor desempenho do que os demais.

Salas de aula com menos alunos

salas com menos alunos melhoram a aprendizagem

Um outro fator que faz muita diferença e eu pude notar pela mudança de comportamento da Gi, é o menor número de alunos por sala de aula.

A escola atual da Gi tem o máximo de 25 alunos por sala da aula no Ensino Médio e 10 alunos por sala no Ensino Fundamental.

O ambiente escolar se torna muito mais proveitoso com menos alunos por sala e isso tem uma explicação bem simples:

  • o professor consegue atender às dúvidas de cada um de forma mais direta e assertiva;
  • a bagunça generalizada é muito menor e mais controlável;
  • o comportamento de bando é muito menos danoso;
  • os conflitos são perfeitamente administráveis;
  • melhor controle das atividades coletivas;

Além do Inglês: aulas de mandarim e espanhol serão diferencial no futuro do seu filho

A atual situação do mundo dos negócios gira em torno da China, sabemos.

Então como preparar os nossos filhos para estarem aptos e competitivos a lidar com esta realidade?

O primeiro passo, óbvio, é oferecer para eles um ambiente escolar onde as 3 línguas mais importantes da atualidade façam parte do currículo escolar.

E foi justamente aí que o Centro Educacional Solaris me pegou de jeito, porque eles oferecem as 3 línguas e não é como atividade extra-curricular, não.

Aliás, para quem tiver dúvidas, eu falei em um post no ano passado sobre a importância de aprender mandarim e como isso pode ser um enorme diferencial nos próximos anos na vida do aluno.

38 horas/aula semanais: ainda não é Lei, mas já é diferencial importante na vida escolar

Apesar de ainda não ser Lei, algumas escolas já se adiantaram e adotaram o sistema semi-integral, oferecendo 38 horas/aula semanais.

Este também foi um dos diferenciais na hora de escolher a nova escola da Gigi, porque isso significa que ela tem mais aulas, mais matérias e, por óbvio, mais conteúdo escolar por semana.

Parece puxado? Sim, parece! Mas na verdade, acaba sendo um preparo para a vida futura que é a de 44 horas semanais trabalhando.

E se você pensa que é muito puxado e que eles sofrem: engano seu!

Com a experiência do semi-integral, eles ampliam o convívio social e passam menos tempo no ócio, que geralmente é preenchido com televisão, jogos eletrônicos e celulares.

Dentro do ambiente escolar, além de estarem aprendendo as matérias, eles tem vários intervalos e, portanto, também interagem socialmente de fato, sem os subterfúgios que encontrariam em casa.

Sem falar que estão seguros e tendo que conviver com regras gerais e iguais para todos.

Quer coisa melhor? Eu não poderia querer, já que tem feito toda a diferença na experiência escolar da Gi.

Mas o que mudou no comportamento da Gi em relação aos estudos com este novo ambiente escolar?

Como o ambiente escolar influencia na aprendizagem | Vida EscolarBem, até 2018, a Gi sempre estudou em escolas públicas, sempre com mais de 42 alunos por sala.

A visão dos estudos era de que era uma etapa da vida a cumprir para “ter o segundo grau completo”.

Ela ia para a escola e se dedicava a entender o necessário para tirar nota nas provas e passar de ano.

A partir da mudança ambiente escolar, ela passou a encarar os estudos como uma oportunidade de aprendizado e não mais como uma etapa obrigatória a cumprir.

Como resultado imediato, pudemos vê-la aplicar-se em estudar e aprender de fato, ao invés de apenas decorar o que ia cair na prova.

Em seguida, pudemos vê-la sentir-se empoderada por ser capaz de entender o que estava sendo ministrado pelos professores e perceber que a prova era mera avaliação do que ela aprendeu em sala.

Assim, as provas deixaram de ter o peso principal e o “aprender” e o “estudar” passaram a ser experiências prazerosas para ela.

Hoje, ela se preocupa em entender, tira dúvidas, questiona, pergunta e se aplica sem que precisemos cobrar ou ficar no pé.

E tira ótimas notas!

O envolvimento familiar nos estudos ajuda muito!

Como o ambiente escolar influencia na aprendizagem | Vida EscolarUma outra coisa que percebemos é que agora, ela nos envolve mais nos processos de estudo dela.

Ela nos questiona, pede ajuda e nos envolve nos processos.

Coisa que antes ela só fazia quando cobrávamos.

Percebemos que o ato de estudar e aprender tornou-se um processo muito mais natural, perdeu o peso de “obrigação” que tinha antes, mesmo ela tendo 8 matérias a mais do que tinha na escola anterior.

Hoje ela tem uma carga horária muito maior, tem muito mais aulas, muito mais coisas para aprender, mas ainda assim, leva com muito mais leveza do que antes.

Tudo isso, porque o ambiente escolar mudou o olhar dela para os processos de aprendizagem.

Ela deixou de entendê-lo como mera obrigação para vê-lo como um processo de vantagens e oportunidades!


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Entenda a importância da educação financeira para crianças e adolescentes!

Eu sempre falo de educação financeira para crianças e adolescentes nas minhas redes sociais.

Vira e mexe eu dou dicas de como introduzir este assunto na vida das crianças através de gameficação e desafios, mas também dando autonomia.

Porém, o meu conhecimento e a minha didática sobre o assunto são bem limitados e baseados em tentativa e erro.

É nesta hora que eu costumo apelar para ajuda com youtubers de finanças, blogs de educação financeira etc.

Mas, este ano, estou tendo um aliado a mais nesta luta: educação financeira para crianças e adolescentes faz parte da grade curricular da escola da Gigi.

Com isto, ela passa a aprender tendo uma base sólida de fundamentos da educação financeira para crianças e adolescentes de forma didática e pedagógica, entre outras coisas, claro!

Mas agora, vamos entender a importância da educação financeira para crianças e adolescentes:

Educação financeira para o aluno impacta em toda a família

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Educação Financeira (Abefin) em parceria com Instituto Axxus e Unicamp, mostra que essa relação é altamente benéfica, impactando em toda a finança familiar.

“Sempre soubemos da importância da educação financeira nas escolas e de seu impacto em todos os relacionados ao processo educacional: professores, pais e alunos. Mas, era necessário provar isso em números, por isso a importância da pesquisa que demonstra que a vida financeira de toda a família é impactada quando o filho tem essa aprendizagem”, explica o presidente da Abefin, Reinaldo Domingos.

Entre os pais de crianças sem educação financeira 44% conseguiria viver apenas um mês 53% até seis meses e apenas 3% acima desse período. Já nas famílias com filhos que tiveram educação financeira só 2% viveria apenas um mês, 73% até seis meses e 25% acima desse período. Esse número é altamente revelador, mostrando que os conceitos passados nas escolas sobre o tratar o dinheiro são muito bem assimilados pelos filhos e replicados pelos pais.

Como demonstra outro resultado da pesquisa. Quando os pais são perguntados seu filho(a) participa das discussões relacionadas a finanças da família? 100% dos entrevistados cujos filhos estão recebendo educação financeira responderam que sim, que os filhos entendem e opinam, contra apenas 11% dos entrevistados cujos filhos não tem educação financeira.

Fonte: DSOP

Facilidade na compreensão dos processos de aquisição

Uma criança que recebe educação financeira entende melhor quando pais dizem que não podem comprar algo e, em geral, costumam ajudar a buscar formas de angariarem recursos para tal.

Assim, além da criança ou adolescente entender melhor que o “Hoje não dá” se trata de uma condição real e não de apenas uma desculpa para não comprar algo, como geralmente pensam.

Consciência da situação financeira familiar

Sabe quando a gente tenta explicar para um filho que infelizmente aquele bem não condiz com a nossa situação financeira?

Então, quando uma criança ou adolescente recebe educação financeira, eles mesmos terão consciência desta situação financeira e de meios para melhora-la ou até mesmo muda-la, através do planejamento financeiro, por exemplo.

Maiores chances de uma vida adulta com menos desconforto financeiro

A maioria de nós já passou por apuros com grana que, se fosse hoje, evitaria por saber melhor como lidar com dinheiro.

Agora, quando existe educação financeira para crianças e adolescentes nas escolas, elas não precisam passar pelo pior pra aprender.

Na verdade, com uma boa base, ela vai evitar chegar ao caos e, assim, estar melhor preparada para conquistar sem se afundar em dívidas.

Conhecer melhor a economia do país

Através das aulas de educação financeira, os alunos aprendem sobre a situação econômica do país e do mundo.

Assim, eles também se tornam menos aptos a serem reféns de fakenews e mentiras, afinal possuem bases para entender o andamento do mercado e suas nuances.

Valorizar mais os pais e os seus esforços para manterem a família

Um dos principais pontos de diferença que os pais vão perceber, assim que o filho tiver educação financeira no currículo escolar, é a valorização dos pais e dos seus esforços.

Porque a partir do momento em que eles recebem educação financeira, aprendem a quantificar o preço das costas e o tempo de trabalho, portanto passam a entender o quanto custa caro manter uma família.

Matrículas abertas no Centro Educacional Solaris

A escola da Gigi está com as matrículas para o segundo semestre de 2019 abertas e eu abri um formulário para indicações de alunos interessados.

Preencha abaixo que eu vou enviar diretamente para as donas da escola marcarem um bate-papo sobre condições especiais:

Quer saber mais sobre educação financeira para crianças e adolescentes?

Recomendo este vídeo para começar:

Dia 04 rolou a primeira reunião de pais da escola nova da Gi.

Dia de reunião de pais, eu esperava uma reunião de pais como todas as outras, onde são dadas informações e recados e fim.

A primeira reunião de pais de 2019 | Vida Escolar

Aquela coisa meio seca, rebótica, genérica, sei lá.

Assim que chegamos, fomos recebemos por palhaços.

Isso mesmo: alunos e ex-alunos que exercitam seus talentos cênicos incorporando palhaços simpáticos e divertidos, que recebem e instruem cada um que chega.

Ao chegar no auditório (que é enorme) e estar tocando O Rappa.

Esperamos por um tempo até começar.

Começa a reunião de pais da Solaris

No palco, todos os professores prontos para a reunião de pais.

Varlei, o coordenador de processos e projetos, foi o primeiro a falar e já começou falando dos propósitos da escola, que se diferem de todas as demais, que nunca dizem os propósitos, aliás.

E eu ouvi o que mais queria ouvir: “Aqui, vamos nos dedicar a desenvolver o indivíduo, a pessoa que cada um tem potencial de ser”.

Pronto. A Gi estava matriculada no lugar certo!

Apresentação artística

Antes de começarem a falar das aulas, horários e etc, teve uma apresentação artística.

Um professor tocava um ukululê e uma professora dança lindamente.

Ambos contam uma história.

Ele, com músicas e narrativas. Ela com gestos e ritmos.

Foi lindo!

Mas… Era uma reunião de pais, então vamos ao que interessa!

As regras gerais

Bom, na reunião falou-se de muitas coisas, inclusive as que me fizeram escolher justamente esta, que é a melhor escola de Santo André (ABC Paulista).

Também foram apresentados coordenadores, professores, diretoras, claro.

A cantina da escola

A escola tem uma cantina muito legal e na própria reunião já apresentaram as opções de pagamento.

Os alunos terão um cartão da cantina onde pais poderão escolher pagar pré-pago ou comprar pacotes de alimentação específicos fechados, onde o aluno apenas passa o cartão exclusivo.

O cardápio tem lanches, almoço, frutas, sucos, quitutes saudáveis, todos preparados pela Hora Carambola.

E, por fim, teve uma degustação com quitutes incrivelmente deliciosos!

As instalações da escola

Há menos de um mês, fui assinar matrícula e a escola estava em franca construção.

Claro que me bateu aquele medo de não dar tempo, mas ao chegar lá no dia 4, vi que não apenas deu tempo, como ficou incrível!

As salas bem iluminadas, o auditório enorme, a sala da dança, a cantina, os banheiros, o co-working, o pátio coberto, o pátio ao ar livre etc.

Tudo exatamente como eu esperava.

A primeira reunião de pais de 2019 | Vida Escolar

A primeira reunião de pais da Solaris foi incrível!

Agora, mais do que jamais estive, estou feliz, porque a Gi está em uma escola que vai despertar o melhor dela, com certeza!

A importância de aprender mandarim tem sido cada vez maior, especialmente para os jovens brasileiros

Não há mais como negar a importância de aprender mandarim para o futuro dos nossos filhos.

A China se transformou no maior polo de negócios do universo, sendo fornecedora de basicamente todos os país em diversas áreas, o que a colocou no radar de interesses dos jovens para o futuro.

Com alianças fortes entre os países, a China abre cada vez mais espaços para novos negócios, ou seja, novas oportunidades.

Aliança Brasil-China

A Aliança Brasil-China é uma ponte invisível que beneficia os dois países.

Através dela, o Brasil se tornou o maior comprador e também o maior vendedor de produtos do mundo para a China.

Isto significa que existe um mundo de oportunidades para quem é capaz de se comunicar nesta ponte, ou seja, quem fala português e mandarim.

A abertura para mão de obra brasileira na China

Com a abertura do mercado Chinês, o país passou a precisar mais do que nunca de mão de obra de todos os países, mas principalmente do Brasil que é o maior comprador e vendedor da China hoje.

Sendo assim, o jovem que hoje aprende mandarim estará um passo à frente dos demais, que só se empenham em aprender inglês.

Oportunidades de estudo em território chinês

Outra grande vantagem para o jovem que aprende mandarim, é estar apto a ingressar em cursos variados em território chinês, podendo se capacitar em áreas específicas.

A China hoje é um dos celeiros mais promissores para novos investidores e desenvolvedores e é muito importante estar atento à oportunidades locais, mas para isto é imprescindível falar mandarim.

Maiores chances de se estabelecer em um país estável

Tudo o que um pai e uma mãe querem hoje em dia, é que seus filhos possam viver uma vida estável em um país com condições de evolução, como é a China atualmente.

Assim, ao aprender mandarim, os jovens se colocam como pessoas de interesse para o país, já que podem ingressar nas mais variadas áreas do mercado chinês e se tornarem cidadãos de um país em franco crescimento.

Porque agora é o momento certo para aprender novas línguas

Nunca o mundo foi tão globalizado. E nunca, o jovem teve tantas ofertas de ensino e facilidades de estudo como agora.

Então o melhor que os pais podem fazer pelos seus filhos, é investir em aprendizado.

Quanto mais línguas, melhor.

Mandarim é o futuro. Não deixe o seu filho de fora! Escolha agora mesmo uma escola que ensina mandarim no currículo escolar.

Aproveitando: conheça a coletânea com as melhores dicas sobre a vida escolar dos filhos.

A importância de aprender mandarim para o futuro dos nossos filhos | Vida Escolar

A gente sabe que a vida escolar não é complicada só para os estudantes, mas também para os pais, não é mesmo?

Então aqui vai uma seleção de links incríveis sobre este assunto que podem ajudar muito no dia a dia de pais e alunos.

1. Como encontrar a escola certa para o seu filho:

Nesse post eu contei quais foram os meus critérios ao escolher a melhor escola para a Gigi. Atualmente, ela está matriculada no Centro Educacional Solaris, que atende a todos os quesitos e mais alguns, mas o que mais me agrada, é saber que ela está em uma escola preocupada com a sua formação, não apenas acadêmica, mas como indivíduo.

2. Aula vaga na escola pública: uma desvantagem enorme no futuro dos nossos filhos:

Este post é sobre a quantidade de aulas vagas que as escolas públicas tem e como isto é prejudicial para o futuro dos nossos filhos, o que acabou sendo um dos fatores determinantes para eu escolher uma escola particular para a Gigi estudar em 2019.

3. O papel dos pais na vida escolar dos filhos:

Infelizmente nem todos os pais sabem de verdade qual é o seu papel na vida escolar dos filhos e acabam sendo ou negligentes ou ativos de forma inadequada, sendo que em ambos os casos, os prejuízos no desenvolvimento dos filhos é sério e pode acabar se refletindo na vida adulta.

4. A professora rasgou o trabalho da minha filha na frente dos outros alunos:

Um relato real que aconteceu com a minha filha em 2017 e que foi um momento muito delicado para todas nós lidarmos e aprendermos a entender de verdade como conduzir as crises na vida escolar dos filhos e até que ponto, eu como mãe, tinha que me envolver e como fazê-lo.

5. E quando o “te pego na saída” é com a nossa filha?

Quando a gente se torna mãe ou pai, a gente passa a ter medo, não por nós, mas pelos nossos filhos. E aí, tudo o que vivenciamos de pior no passado vem à tona como um fantasma pra nos assombrar e nos lembrar que tudo o que vivenciamos de pior na nossa época, pode ser pior ainda quando é com os nossos filhos

6. Como conciliar a agenda de pais e filhos:

Um post com dicas incríveis para conciliar as agendas familiares e ajudar os filhos a terem uma rotina mais organizada e sadia, com datas e horários para as atividades escolares e extras.

7. O que muda quando os filhos chegam ao Ensino Médio?

Um relato sobre como foi o ingresso da minha filha ao Ensino Médio e o que isto mudou na nossa vida familiar, na vida escolar e em nossa interação de mãe e filha.

Procurando escola boa em Santo André?

Conheça a Solaris, escola que escolhi para a Gigi estudar em 2019.

Dicas para encontrar a escola certa para o seu filho

É comum que pais se sintam inseguros e com muitas dificuldades para encontrar a escola certa para o seu filho.

Muitas vezes, essas dificuldades acontecem porque não fazemos as perguntas corretas, logo acabamos não encontrando as melhores respostas.

Para ajudar, vou criar dicas de como elaborar um check-in de como encontrar a escola certa para o seu filho

Metodologia de Ensino

Entender metodologia de ensino é muito importante para que você possa escolher a melhor opção para o seu filho.

Em geral, a maioria das metodologias são (ou parecem ser) boas, contudo sempre tem as que se encaixam melhor nos planos dos pais e dos próprios filhos para o que almejam no futuro.

Algumas metodologias, por exemplo, são mais focadas na mera formação acadêmica, o que tem seu valor, mas ao meu ver não é a única coisa importante.

Eu valorizo muito as metodologias que visam a formação do indivíduo e a preparação para um futuro empreendedor.

Número de alunos na sala de aula

Está aí um quesito que eu achava importante, porém não era uma prioridade. Hoje é!

Após anos da minha filha estudando em escola pública e vendo que muitos dos problemas se dão justamente pelo número excessivo de alunos em cada sala, passei a ver este quesito como um dos mais importantes.

Quanto menos alunos em sala, melhor!

Depois de um certo ponto, o professor passa a não ser a única autoridade da sala, já que os alunos mais ousados se sobressaem aos demais, influenciando-os.

Coisa que em salas com menos alunos, geralmente não acontece, porque o professor tem contato direto com todos eles, o tempo todo.

Disponibilidade de diretoria e coordenadoria

Bom, eu gosto de participar ativamente da vida escolar da minha filha, então preciso me sentir acolhida pela diretoria e coordenadoria de ensino sempre que eu sentir necessidade.

Gosto de saber como é a relação da Gi com os professores, com a escola, com os demais alunos, como posso ajudar a melhorar o desenvolvimento dela e também da sociedade escolar, como um todo.

Sempre que possível, me ofereço para ajudar e participo ativamente das atividades, então é muito importante para mim que a diretoria e a coordenadoria estejam sempre que possível disponíveis.

Bons dos professores

Não sou do tipo academicista e acredito de verdade que nem todo mundo precise de uma formação formal para ensinar muito para outras pessoas.

No entanto, quando se fala de alguém ensinando, cuidando e servindo de referência para a minha filha, é mais do que óbvio que eu espero que sejam pessoas que tenham um bom currículo e ótima referência.

Contudo, considero primordial que os professores de hoje sejam capazes de exercer influência positiva na vida dos alunos, de forma que estes se sintam inspirados por eles.

Horário das aulas

Bem, quanto mais tempo o aluno passa na escola, desde que com atividades de qualidade, melhor.

Ele está em ambiente propício ao aprendizado e desenvolvimento, convivendo com pessoas de sua idade, porém com certo grau de disciplina.

Assim, eu aprecio bastante escolas com ensino semi-integral, porque além do aluno estar mais tempo na escola, por óbvio, estará absorvendo mais do conhecimento, dedicando mais tempo ao próprio desenvolvimento e menos a coisas que não trazem benefícios a eles.

Cardápio

Este quesito se tornou importante para mim depois que a Gi desenvolveu uma gastrite.

A partir deste dia, passou a ser importante observar o que ela terá disponível para comer e como a Gi come merenda todo dia, tenho que ficar mais do que atenta.

Quanto mais variado, natural e balanceado é o cardápio escolar, melhor!

Tendo opções saudáveis, eu já fico bem feliz.

Distância de casa

Apesar de não ser primordial, é uma questão importante, afinal não tem como a Gi estudar a 4 horas de ida e 4 de volta de casa.

Contudo, se for preciso que ela pegue 30 minutos de ônibus, por exemplo, para estar numa escola melhor: ela vai!

O mais importante, ao meu ver, não é distância em si. É ter acesso fácil.

Tendo ônibus na região, está resolvido.

Preço das mensalidades

Este me parecia um fator determinante, até eu saber que em algumas escolas (boas) é possível conversar e encontrar soluções de adaptação para que o seu filho possa estudar lá.

Bolsas de ensino, descontos,  parcerias, permutas. Tudo vai de conversar e de demonstrar o interesse em manter o seu filho naquela instituição, em específico.

Sempre vale a pena conversar e tentar!

Uniforme obrigatório

Outra coisa que sinto falta, com a Gi estudando em escola pública.

Como não é obrigatório, acabo não conseguindo fazê-la usar uniforme e aí ela acaba usando roupas de sair para ir à escola.

Fora que muitas vezes escolhe uns modelitos meio inadequados para as atividades escolares, especialmente em dia de Educação Física, por exemplo, usando calça jeans.

Com a própria escola exigindo o uso do uniforme, fica mais fácil, porque aí ela não tem como debater e apenas vai.

Atividades Extracurriculares

Escolas particulares costumam ter atividades extra que complementam a grade tradicional, o que ajuda muito os alunos e os mantém ainda mais envolvidos com os processos de aprendizagem.

Gosto de escolas que ofereçam atividades tanto mentais como físicas, para que os alunos possam desenvolver habilidades de raciocínio e motoras de forma equilibrada.

Também é legal quando a escola possui atividades extra de recreação, assim o aluno não vê a escola apenas como aquele lugar onde ele vai estudar.

Atividades para os pais e a família

Outra coisa que acho muito legal, é a forma como a escola integra a família do aluno.

Muitas escolas não se preocupam com isto, mas para algumas, faz parte da metodologia de ensino que os pais e a família participem de atividades de recreação, de troca de experiência e formação etc.

Pensando nisto, valorizo muito escolas que reforcem essas iniciativas e tragam para dentro do seu espaço a família dos alunos.

Acolhimento e apoio aos alunos

A escola tem que ser um lugar para o aluno se sentir seguro, acolhido e apoiado.

Onde ele possa contar o que está sofrendo sem medo que isto o complique com os pais, onde ele possa se sentir a vontade para procurar ajuda, tirar dúvidas e buscar apoio.

Infelizmente, nem toda escola tem isto, mas valorizo muito as que tem.

Onde o seu filho se sinta bem

É importante frisar que a opinião do filho é prioritária.

Não adianta escolher a escola mais barata, sendo que lá o seu filho se sentirá mal, incapaz de aproveitar e de conviver com os demais alunos.

Muitas vezes, vale a pena pagar um pouquinho mais e ter a absoluta certeza de que ele estará feliz com a sua escolha.

Afinal, escola não tem que ser um lugar horrível para os alunos. Pelo contrário….

Concluindo…

A escola certa para o seu filho, é aquela onde ele se sinta a vontade e você se sinta segura em deixa-lo lá.

Onde você fique tranquila durante o período que ele vai passar na escola. Certa de que ele sairá de lá um indivíduo melhor a cada dia.

Vale cada esforço para ampliar as chances dos nossos filhos de terem um futuro melhor e para isto, é importante escolher a melhor escola!

A Gigi, minha filha, está fazendo o Ensino Médio em escola pública estadual, assim como fez o Ensino Fundamental também

Fazer o Ensino Médio em escola pública estadual não é o que consideramos ideal, eu sei. Mas é a nossa realidade, como é a de muitos outros jovens no país.

Não vou dizer que isto não me preocupa, pois sabemos bem que a realidade esfrega na nossa cara o quanto alunos do ensino particular tem vantagens no vestibular e, mais tarde, no mercado de trabalho.

Contudo, é com isto que temos que lidar.

O alto índice de ausência de professores

Uma das coisas que me incomodam muito na escola pública, é o alto índice de ausência de professores.

Ao meu ver, isto não afeta os alunos apenas pela ausência de aulas e, portanto de menos conteúdo ao longo do ano letivo.

Também é bom observar que a cada aula vaga, os alunos acabam se desligando do desenvolvimento do aprendizado, em si.

O que quero dizer, é que a cada vez que falta um professor, eles se desinteressam mais de aprenderem.

Perdem o fio da meada, eu diria.

O baixo envolvimento dos pais de aluno na rotina escolar

Uma outra coisa que eu percebo, é que o envolvimento dos pais de alunos de Ensino Médio em escola pública é muito menor.

Talvez porque vivam afogados em suas rotinas massivas e desumanas para sustentar a família.

Talvez por não acharem que este envolvimento seja necessário.

Talvez por outros N motivos que não sejam necessariamente dolosos.

Mas é realidade é que grande parte dos pais de alunos da rede pública não sabem o real papel dos pais na vida escolar dos filhos.

A ausência de recursos

Bom, talvez este seja o principal atributo que diferencie a escola particular da escola pública.

A falta total de recursos tecnológicos, laboratoriais, materiais e toda a sorte que se possa imaginar.

Para se ter uma ideia, a Gi jamais entrou em um laboratório de Química na vida.

Isto, por si só, já é uma baita desvantagem na hora do vestibular contra quem pode ter acesso a mais recursos de aprendizado, claro.

A insegurança constante

Por mais que eu queira, não há como negar: a escola não é mais o lugar seguro que era nos nossos tempos.

Hoje em dia, drogas rolam dentro da escola e não dá nem para culpar os responsáveis pela escola.

Assim como a falta de recursos materiais, a escola sofre de falta de pessoal e mesmo que tivessem, não é professor nem bedel que tem que enfrentar este tipo de situação.

A insegurança na escola pública é algo que assola a todos: alunos, professores, funcionários e pais de aluno.

Brigas e violência

Outra questão que me atormenta, são as brigas dentro e principalmente no entorno das escolas públicas.

Eu até já falei disso no post “Quando o “Eu te pego lá fora” é como a nossa filha”.

Este índice é bem menor nos arredores de escolas particulares, porque em geral, alunos das escolas particulares vão e voltam com transporte particular.

No caso dos alunos da escola pública, a grande maioria vai e volta por conta própria, sozinho.

Com isto, tornam-se suscetíveis a possíveis brigas, mesmo que fora da escola, no caminho para casa.

Isto, quando não é dentro da escola mesmo que acontece, como foi o caso da garota morta em uma briga durante uma aula vaga.

O machismo e o assédio de professores

Quando eu entrei no colegial, as coisas eram bem diferentes de hoje em dia.

Quer dizer, deveriam ser.

Eu achava que o machismo e o assédio daquela época já não existiam mais dentro da sala de aula, mas me enganei.

Basta ver o post: “Alunas do centro Paula Souza se levantam contra o machismo e o assédio dentro das salas de aula“.

O lado bom…

Bem, é complicado ver o lado bom da escola pública quando se pensa no futuro dos nossos filhos competindo com quem tem muito mais privilégios, mas não somos um poço de amargura, então vamos lá!

Na escola da Gi, por exemplo, a diretora e a coordenadora pedagógicas são realmente envolvidas com a formação do indivíduo.

Elas gostam de conversar com os pais, de entender o lado dos alunos, de manter um elo de parceria, de mostrarem-se atentas.

Também gosto de ver que a escola da Gi é empenhada na inclusão de pessoas com deficiência e que para cada aluno com deficiência, eles empenham uma cuidadora ou cuidador.

O olhar da Gi para com as pessoas com deficiência mudou completamente depois que ela passou a conviver ativamente com eles e isto é algo que eu jamais poderia proporcionar a ela.

Ela só tem porque estar onde está.

A merenda!

É uma das coisas que me faz pensar que o Ensino Médio em escola pública nem é tão ruim assim…

Olha, não sei em outras escolas, mas nas que a Gigi já estudou, ela sempre amou a merenda.

Tanto na anterior, como na atual.

Quando ela estudava a tarde, via uma certa resistência dela em almoçar em casa. Ela sempre queria almoçar na escola.

Agora que estuda pela manhã, ela sempre demora para sair da escola, até que esses dias questionei-a a respeito.

Ela me respondeu com esta foto:

ENSINO MÉDIO EM ESCOLA PÚBLICA

Claro que toda mãe que estiver lendo este post vai se incomodar com o mesmo que eu:

– OS PRATOS ESTÃO NO CHÃO!!!

Bom, foi o que questionei imediatamente, junto com o fato de haverem dois pratos, claro:

MERENDA ESCOLA ESTADUAL

Bom, respirei fundo e me lembrei de todas as vezes que também já comi no chão, mesmo depois de adulta.

Em vários eventos, em acampamentos, até em festa de família onde a mesa estava cheia de gente e eu só queria comer quietinha.

Enfim…

O Ensino Médio em escola pública é difícil, é complicado, é desvantajoso na hora do vestibular, eu sei.

Mas ainda assim, tem lá seus bons momentos e suas vantagens e, acima de tudo, deixará boas memórias, sabemos.

Aliás, até falei de alguns dos meus grilos agora que a minha filha está no Ensino Médio, antes.

Sempre morri de medo do tal do “Te pego na saída”.

Afinal, sempre fui magricela e miúda e o mais perto de esporte que pratiquei foi Xadrez e o mais perto de luta, foi ballet.

Sendo assim, certamente eu levaria a pior em uma briga.

Passei a vida escolar inteira me esquivando de possíveis encrencas e, por sorte, jamais apanhei.

Se tivesse que contar com a minha mãe, seria ainda pior, porque ela era do time: “Se apanhar na rua, apanha em dobro em casa”.

Sobrevivi.

Consegui passar sem apanhar na rua e sem apanhar – POR ESTE MOTIVO – em casa. Ufa!

Mas aí a Gigi cresceu e aquilo que eu achava que jamais voltaria a me aterrorizar, voltou.

E mil vezes pior. Agora, o “Te pego na saída” me deixa mil vezes mais temerosa.

E eu que pensei que ser adulta resolveria pelo menos o meu medo da hora da saída da escola…

O “te pego na saída” chegou para a Gigi

Semana passada, a Gigi me pediu para ir busca-la, pois uma menina (bem maior que ela, diga-se) proferiu o tão temido “Te pego na saída”.

Cheguei na escola para falar com a diretora: “Fulana soltou um “te pego na saída” para a minha filha”.

A diretora, que inclusive é uma das pessoas mais competentes que já conheci na área educacional até hoje, prontamente se pôs a me ouvir.

Com toda a paciência e delicadeza do mundo, perguntou para a Gi se ela imaginava o motivo.

Gigi explicou que era uma menina nova e que nos primeiros dias, ela e a amiga da Gi se esbarraram acidentalmente e, desde então, o clima ruim se instaurou.

Entendidos os possíveis motivos, que na verdade não era nada demais, partimos para possíveis soluções.

Calma, gente, vamos conversar

Acredito que em 90% das vezes, uma boa conversa resolva as questões.

E foi exatamente isto que propus à diretora: conversar com a menina.

No entanto, por uma questão de legislação, pais não podem conversar com filhos dos outros sem a presença dos pais deles.

A minha ideia era evitar envolver os pais da menina, porque sei que isto seria um problema para ela.

A hora dos adultos agirem como adultos e torcerem para dar certo

Eu não podia conversar, mas a diretora pode!

Foi aí que sugeri à diretora que ela mesma falasse com a menina antes de chamar os pais.

E que, inclusive, deixasse claro que eu fui lá falar com ela na intenção de resolver isto sem envolver os pais dela.

Me coloquei a disposição para falar com os pais dela, claro, mas só se fosse necessário.

Foco no poder da serenidade

Diante da diretora, conversei e instruí a Gi a ser serena e receptiva e que se desculpasse, caso a menina apontasse algo como motivador do comportamento dela.

Imediatamente a instruí a ser o elemento apaziguador, agindo com sabedoria para minimizar a situação.

A diretora reforçou isto e se prontificou a conversar com a garota no dia seguinte.

A hora da verdade

No dia seguinte, a diretora chamou a menina antes de começar a aula.

Não sei como foi a conversa, mas sei como foi a reação imediata dela com a Gigi.

Gigi me mandou mensagens dizendo que a garota não só havia parado de mexer, como estava sendo inclusive carismática e solícita.

Isto não apenas amenizou minhas preocupações como também me deixou feliz por saber que ainda há espaço para resolver as coisas com serenidade.

Então agora parece estar tudo bem…

Ufa! Por agora, parece que deu tudo certo e os pais da menina nem precisaram ser incomodados.

Espero que continue assim.

Que bom que tudo foi resolvido da forma mais simples de todas e pudemos selar a paz mundial no 9º ano A.

Afinal, daqui alguns meses elas já se formam e teriam que sair juntas nas fotos.

Melhor que tenham uma história com final feliz para contar, não é mesmo?

Vai, NONO A! Bora brilhar.

Cuidado, porque ainda tem mais 3 anos…

É, mas é bom ressaltar que ainda tem mais 3 anos de vida escolar pela frente e que apesar de irem para o Ensino Médio, nada muda de verdade.

As mesmas caras, as mesmas brigas, algumas novas e agora vem Limite e Derivada pra se preocuparem, além de tudo.

E eu espero que o máximo que signifique o “Te pego na saída” desta galera, seja um código para darem uns beijos depois da aula.

“Ah, mas eu não quero minha filha se beijando depois da aula”.

Então fique aí com seu conservadorismo besta, porque por aqui eu quero mais é que a minha beije muito e tenha zero brigas.

Apenas beijos e boas histórias para contar quando chegar na minha idade.

10 dicas infalíveis para ir bem nas provas

Aqui vão 10 dicas infalíveis para ir bem nas provas:

10 dicas infalíveis para ir bem nas provas

Fonte: http://uatt.com.br/blog/

 eImagine: sua filha entra no carro e, calmamente, diz que a professora rasgou o trabalho na frente da sala toda.

Eu, que sempre fui ponderada, fiquei extremamente transtornada e queria ir direto à delegacia mais próxima e fazer B.O. contra a professora.

No entanto, com a voz bem branda e de forma muito pausada e didática, Gigi me explicou tudo em detalhes, enquanto me pedia calma.

Como aconteceu

“Nós entregamos o trabalho e ela disse que estava ótimo e só pediu que escrevêssemos os nomes atrás.

Fomos até lá e escrevemos e quando entregamos de volta, ela o pegou diante de todos, arrancou uma das colagens e, em seguida, rasgou-o ao meio na frente da sala toda.”

Eu questionei se havia alguma motivação, não que algo justificasse uma professora rasgar um trabalho escolar, mas ela me disse que não havia entendido e que talvez porque eles tivessem muito empolgados por ela ter gostado.

Como reagi

Fiquei tão transtornada!

Queria ir à delegacia, fazer B.O., reclamar na delegacia de ensino, mas a Gigi não deixou.

Ela disse gostaria de resolver com a coordenadora sem a minha interferência e que me manteria informada.

Como foi no dia seguinte

Confesso que não gostei. Por mim eu teria tomado as providências, mas ensinei a Gigi a ser uma pessoa ponderada e a resolver as coisas da forma mais amigável possível, então ela só estava praticando o que eu havia ensinado.

Foi complicado, claro, mas eu respeitei e esperei o dia seguinte para que ela me contasse como foi com a coordenadora.

Como foi o desfecho do caso

Ao pegá-la, ela já entrou no carro contando, toda orgulhosa, que tudo havia sido resolvido com uma conversa. A coordenadora os ouviu e chamou a professora que, num primeiro momento negou tudo, mas depois admitiu o feito.

Segundo ela, ela não tinha sangue de barata, mas não expressou o exato momento de sua atitude exagerada. Os alunos também não cutucaram, pois queriam a solução e tiveram.

A professora vai dar um jeito de suprir a nota do trabalho que ela rasgou, sem que os prejudique. E também tiveram a promessa de que não terão mais surtos.

E assim espero.

Deixei claro para a Gigi que ao menor escorregão desta professora, eu interferiria, já que foi algo grave, mas respeitei o pedido dela e fiquei muito feliz.

Como me senti depois

Feliz e orgulhosa por ver minha filha se tornando um ser humano ponderado, estratégico, inteligente e amigável.

Às vezes, a gente precisa abrir espaço para que eles possam nos mostrar que já estão crescendo e que valorizam tudo que nós os ensinamos.

Ser mãe é mais do que meramente proteger.

É saber a hora de deixá-los decidirem por si e lidarem com as consequências e nós com as nossas, afinal deixá-los viver é uma consequência da maternidade.

Mais um dia, mais uma lição.